A alopecia androgenética ou androgénica é a perda de cabelo causada por fatores genéticos. É o tipo de alopecia mais comum na nossa sociedade, e que afeta, de uma forma geral, a maior parte dos homens, apesar de também se poder manifestar nas mulheres.
Nas palavras do Dr. Carlos Velasco, Diretor Médico da Svenson e cirurgião da Svenson Medical, «a calvície é hereditária por via materna, o que significa que, existe uma maior probabilidade de ser-se calvo caso o avô materno o seja e menos probabilidade no caso do pai o ser». Ainda assim, o gene portador da calvície não tem um padrão temporal claro: pode saltar gerações ou manifestar-se sem interrupção. Assim sendo, a observação dos familiares diretos, apesar de fornecer informações úteis, não é um elemento chave para determinar o risco genético de desenvolver a calvície.
No entanto, existe uma forma clara e científica de conhecer a predisposição genética de cada pessoa de vir a sofrer de alopecia e a resposta sobre o tratamento mais adequado (finasterida nos homens e antiandrógenos no caso das mulheres. Trata-se do Test HX que, através de uma análise do gene do recetor androgenético, deteta a predisposição genética para desenvolver a alopecia androgenética. Desta forma, pode adotar-se o tratamento adequado para evitar a alopecia antes de se começar a desenvolver.
Este tipo de alopecia manifesta-se em 90% dos homens com mais de 21 anos, que começam a apresentar ausência de cabelo nas entradas da cabeça. A partir dos 40 anos, 50% dos homens sofrem de alopecia androgénica na zona da coroa.
A alopecia androgenética produz-se pela presença da enzima 5-alfa-reductasa e da hormona diidrotestosterona, responsáveis pela queda do cabelo. A enzima transforma a testosterona em diidrotestosterona (DHT), responsável pela redução do número de folículos pilosos, fazendo com que as membranas do couro cabeludo se tornem rígidas.
Com este processo, ativam-se as glândulas sebáceas produzindo oleosidade no cabelo e no couro cabeludo. Desta forma, a estrutura folicular começa a degradar-se e os cabelos novos vão nascendo cada vez mais fracos e mais finos do que o normal. Por fim, esses folículos deixam de funcionar corretamente e o cabelo que cai não voltará a ser substituído por outro, aparecendo as primeiras zonas com ausência de cabelo.
Foram realizadas muitas investigações sobre este tipo de alopecia mas a única conclusão a que se chegou foi a de que, o que produz a calvície não é a presença de um nível elevado de DHT, mas sim uma tendência genética que influencia a diidrotestosterona que, por fim, debilita o folículo piloso.
Apesar da alopecia androgenética afetar na sua maioria os homens, também pode desenvolver-se nas mulheres. Para ambos os casos, existem tratamentos especializados para este tipo de alopecia. Se padece deste tipo de calvície, dirija-se a um centro Svenson, onde os nossos especialistas lhe irão explicar todas as soluções possíveis para a alopecia androgénica e realizarão uma análise personalizada.