A Svenson oferece todas as técnicas de microenxerto nas suas clínicas. A escolha de uma ou de outra técnica faz-se em função das necessidades do cliente. As técnicas de microenxerto distinguem-se pela forma como se obtêm os folículos pilosos que depois serão implantados na área recetora. Em função da forma como estes se obtiverem, podemos distinguir entre:
Técnica FUE (extração de unidades foliculares). Consiste na obtenção dos folículos de forma individualizada, o que minimiza o impacto na zona de extração. Esta técnica exige que a área doadora (habitualmente a parte posterior da cabeça) seja rapada, e recomenda-se para intervenções destinadas a cobrir pouca superfície de pêlo, tais como o pêlo facial, a cobertura de cicatrizes ou alopecias de pequena extensão.
Técnica FUE robotizado (robot Artas). Esta inovadora técnica de extração incorpora a automatização ao processo de obtenção dos folículos. Isto permite reduzir o tempo de intervenção, fazendo com que a técnica de extração individualizada se possa aplicar a áreas de maior extensão. Além disso, a utilização do robot Artas permite uma maior sobrevivência dos folículos transplantados e minimiza o impacto na zona doadora.

Técnica de tira (STRIP ou FUSS). Em vez de se obterem as unidades foliculares uma por uma diretamente do paciente, num microenxerto FUSS extrai-se uma tira de pele da zona doadora, da qual posteriormente se obtêm os folículos. Para fechar a zona doadora (geralmente a parte posterior da cabeça) realiza-se uma sutura que deixa uma cicatriz quase impercetível que, para além disso, fica dissimulada pelo próprio cabelo do paciente. Esta técnica permite realizar uma grande quantidade de enxertos em menos tempo, pelo que é a técnica recomendada para alopecias de grande extensão.
Todas as técnicas de microenxerto são complementares e alguns casos podem exigir várias sessões em função do número de enxertos que se vão realizar, ou da densidade capilar necessária em cada situação. Depois da operação, as consultas de controlo e acompanhamento serão realizadas no centro Svenson mais próximo do paciente.
O aspeto final é completamente natural, pois evita-se sempre uma mudança radical que possa chamar a atenção. Os resultados são progressivos, pelo que o paciente e as pessoas que o rodeiam se habituam pouco a pouco a um aspeto renovado.