Investigação sobre a Alopecia em 2016: O que há de Novo

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As causas e circunstâncias implicadas no desenvolvimento da alopecia e a forma de fazer com que a queda do cabelo se detenha ou reverta depois de ter começado é um objetivo constante por parte dos especialistas no assunto e ocupa uma boa parte dos esforços de investigação neste sentido. Fruto deste interesse nos últimos tempos, conseguiram-se avanços e resultados muito prometedores que fazem com que o anseio por “recuperar o cabelo perdido” seja uma realidade cada vez mais próxima e que apontam para onde os novos tratamentos contra a alopecia podem dirigir-se num futuro mais ou menos próximo.

Células Estaminais

A investigação sobre a alopecia em 2016 seguiu esta linha e apresentou novas provas, como as que se provêm de um estudo efetuado pela equipa do doutor Cheng-Ming Chuong, dermatologista especialista em células estaminais.

O objetivo desta investigação, que se desenvolveu na Universidade do Sul da Califórnia, foi analisar o ambiente adjacente ao folículo piloso danificado (causa principal da alopecia) e as potencialidades que esta zona tem para uma regeneração do cabelo. Neste contexto, Chuong e a sua equipa verificaram que arrancando folículos pilosos (um a um) em áreas com uma densidade específica se ativa a regeneração de novos cabelos (entre 450 e 1300).

É necessário procurar a explicação deste efeito regenerador, que, de acordo com os autores da investigação, num fenómeno (princípio de sensação de quórum) pelo qual o sistema do folículo piloso responde à eliminação de alguns (não de todos) os cabelos, devido ao facto dos cabelos arrancados lançarem uma espécie de “SOS” através da libertação de proteínas inflamatórias o que, por sua vez, desencadeia uma série de processos que favorecem a regeneração.

No ano de 2007, o dermatologista norte-americano George Cotsarellis levou a cabo um estudo em dorsos de ratos que apresentavam feridas para ver o que ocorria com as células estaminais do folículo depois da lesão. Descobriu que em poucas semanas a zona se preenchia outra vez com pelo. Isto indicou que durante a cura das feridas não se regenera somente pele nova como também pelo. Cotsarellis descobriu também que os folículos nas áreas calvas do couro cabeludo têm a mesma quantidade de células estaminais que as zonas com cabelo, pelo que afirma que se deve trabalhar nessas células estaminais para as activar, para que criem pêlo.

A perita em Biologia molecular e desenvolvimento celular da Universidade de Yale, Valerie Horsley, que lidera o laboratório de investigação que procura definir como é que as células estaminais e outros tipos de células interagem para regular a função das células da pele, confirmou num estudo recente que os sinais das células estaminais localizadas na camada de gordura da pele podem ajudar a estimular o crescimento do pelo.

O estudo realizado com ratos comprovou que se pode regenerar pelo o que leva a crer que é possível aplicar novos tratamentos que ajudem a solucionar a calvície tanto em homens como em mulheres, se conseguirmos que “estas células de gordura na pele possam enviar sinais e estimular as células estaminais latentes na base dos folículos pilosos, para conseguir que o pelo volte a crescer”, cita uma publicação sobre o estudo no site da Hair Foundation (fundação sem fins lucrativos que difunde informação sobre a queda de cabelo e problemas capilares).

Uma das novidades mais significativas contra a alopecia refere-se às potencialidades que a aplicação de células estaminais têm para o cabelo, tal como o demonstrou uma investigação levada a cabo na Escola de Medicina Perelmam da Universidade da Pensilvânia (E.U.A.). Este estudo baseou-se na utilização dos fibroblastos dérmicos, um tipo de células existentes na pele, as quais, através de sofisticadas técnicas de laboratório, foram transformadas em células estaminais para depois, e a partir delas, obter novas células epiteliais, um tipo de célula presente nos folículos pilosos (além de noutras zonas do organismo). Ao transplantar estas células em roedores observou-se que estas reproduziam folículos muito parecidos com os que se encontram no tecido humano.

Teste Genético Capilar

Os investigadores descobriram que no desenvolvimento e funcionamento do folículo capilar intervêm milhares de genes e que se pode diagnosticar a predisposição de um indivíduo para o desenvolvimento da alopecia. Atualmente existe a prova do Teste Genético Capilar uma técnica que permite prever os riscos de homens e mulheres que possam ter herdado o padrão genético da alopecia androgenética;

Um resultado positivo significa que o paciente tem a variante genética de alto risco, isto é, tem 80% de possibilidade de sofrer de alopecia, enquanto que um resultado negativo significa que tem até 90% de probabilidade de não ser afetado por ela.

Teste de Resposta ao Minoxidil

O teste de resposta ao minoxidil (Test Mx), é um diagnóstico que permite fazer o prognóstico do grau de resposta de cada paciente ao tratamento com minoxidil, o que na prática permite a aplicação do tratamento somente nos casos onde a eficácia seja mesmo comprovada.

Finasterida e Minoxidil

O uso dos fármacos finasterida e minoxidil podem ser uma grande ajuda na luta contra a alopecia. A combinação ou não dos dois medicamentos, assim como também o êxito nos seus resultados, depende de cada indivíduo. São dois medicamentos que podem ser complementares e que se administram e atuam de forma diferente. No caso da finasterida este é administrado via oral e trata-se de um bloqueador da enzima 5-alfa redutase de Tipo 2 que intervém na regulação do folículo piloso. Contribui para o aumento da densidade do cabelo e para a redução da sua queda. Deve ser tomado diariamente e os seus resultados poderão ser vistos a partir de 3 ou 6 meses. Em caso de gravidez este medicamento não deve ser tomado.

Em relação ao minoxidil trata-se de uma loção que se aplica localmente nas zonas afetadas do couro cabeludo. Os peritos ainda não conhecem qual é o mecanismo que o faz atuar, mas sabe-se que trabalha como estimulante do crescimento dos folículos. Deve ser aplicado uma ou duas vezes ao dia, sobretudo depois do banho para aproveitar o facto de o couro cabeludo estar húmido.

Outras Cuidados

Para além da utilização dos produtos adequados, há uma série de cuidados que não se devem esquecer para prevenir a queda do cabelo ou para travar a sua intensidade: manter o cabelo o mais limpo possível (a gordura e a sujidade “sufocam” o bulbo capilar); evitar os tratamentos capilares agressivos (permanentes, desfrisados, descolorações) e fazer uma alimentação equilibrada, rica em frutas, legumes e alimentos que contenham ferro, zinco, enxofre e vitamina B.

Também aconselhamos a que consulte os profissionais da Svenson para qualquer dúvida que lhe possa surgir a este respeito.

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