A alopecia pode classificar-se em diversos grupos, de acordo com a sua origem e manifestações. A mais habitual é a alopecia androgénica, também designada alopecia androgenética ou calvície comum, responsável por 95% dos casos. É mais comum nos homens do que nas mulheres.

A alopecia androgenética ou androgénica é a perda de cabelo causada por fatores genéticos. É o tipo de alopecia mais comum na nossa sociedade, e que afeta, de uma forma geral, a maior parte dos homens, apesar de também se poder manifestar nas mulheres.

Nas palavras do Dr. Carlos Velasco, Diretor Médico da Svenson e cirurgião da Svenson Medical, «a calvície é hereditária por via materna, o que significa que, existe uma maior probabilidade de ser-se calvo caso o avô materno o seja e menos probabilidade no caso do pai o ser». Ainda assim, o gene portador da calvície não tem um padrão temporal claro: pode saltar gerações ou manifestar-se sem interrupção. Assim sendo, a observação dos familiares diretos, apesar de fornecer informações úteis, não é um elemento chave para determinar o risco genético de desenvolver a calvície.

No entanto, existe uma forma clara e científica de conhecer a predisposição genética de cada pessoa de vir a sofrer de alopecia e a resposta sobre o tratamento mais adequado (finasterida nos homens e antiandrógenos no caso das mulheres. Trata-se do Test HX que, através de uma análise do gene do recetor androgenético, deteta a predisposição genética para desenvolver a alopecia androgenética. Desta forma, pode adotar-se o tratamento adequado para evitar a alopecia antes de se começar a desenvolver.

Este tipo de alopecia manifesta-se em 90% dos homens com mais de 21 anos, que começam a apresentar ausência de cabelo nas entradas da cabeça. A partir dos 40 anos, 50% dos homens sofrem de alopecia androgénica na zona da coroa.

A alopecia androgenética produz-se pela presença da enzima 5-alfa-reductasa e da hormona diidrotestosterona, responsáveis pela queda do cabelo. A enzima transforma a testosterona em diidrotestosterona (DHT), responsável pela redução do número de folículos pilosos, fazendo com que as membranas do couro cabeludo se tornem rígidas.

Com este processo, ativam-se as glândulas sebáceas produzindo oleosidade no cabelo e no couro cabeludo. Desta forma, a estrutura folicular começa a degradar-se e os cabelos novos vão nascendo cada vez mais fracos e mais finos do que o normal. Por fim, esses folículos deixam de funcionar corretamente e o cabelo que cai não voltará a ser substituído por outro, aparecendo as primeiras zonas com ausência de cabelo.

Foram realizadas muitas investigações sobre este tipo de alopecia mas a única conclusão a que se chegou foi a de que, o que produz a calvície não é a presença de um nível elevado de DHT, mas sim uma tendência genética que influencia a diidrotestosterona que, por fim, debilita o folículo piloso.

Apesar da alopecia androgenética afetar na sua maioria os homens, também pode desenvolver-se nas mulheres. Para ambos os casos, existem tratamentos especializados para este tipo de alopecia. Se padece deste tipo de calvície, dirija-se a um centro Svenson, onde os nossos especialistas lhe irão explicar todas as soluções possíveis para a alopecia androgénica e realizarão uma análise personalizada.

A alopecia difusa é a perda de cabelo progressiva e generalizada que não chega a produzir calvície total. Afeta tanto homens como mulheres. Nestes casos, o cabelo adquire um aspeto fraco e sem vida, e percebe-se a sensação de escassez.

Este tipo de alopecia pode desenvolver-se, entre outros fatores, por causas endócrinas, por medicamentos ou pela alimentação. No primeiro caso constitui um sintoma de que existem problemas nas glândulas endócrinas, como por exemplo hipertiroidismo ou hipotiroidismo, patologias que costumam provocar a perda difusa do cabelo.

Os medicamentos também podem influenciar a queda difusa e o afinamento do cabelo, exemplo disso são os anticoagulantes, os tratamentos por quimioterapia, os medicamentos psiquiátricos, os anticoncetivos orais, o excesso de vitamina A e o excesso de carbonato de lítio, entre outros.

A alimentação é portanto muito importante para a saúde do cabelo e para prevenir a alopecia difusa. Se o cabelo não tiver os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento, fica seco, quebradiço e fino. A raiz do cabelo pode apresentar fissuras – partindo neste ponto com facilidade – e os cabelos negros poderão adquirir uma coloração avermelhada.

Da mesma forma, algumas doenças relacionadas com problemas alimentares influenciam a saúde do cabelo; um exemplo claro é a anorexia nervosa, que debilita o cabelo e provoca a sua queda posterior. Essencialmente, é a deficiência na dieta de ferro, ferritina e zinco que favorece a queda do cabelo de uma forma difusa.

A alopecia difusa pode prevenir-se e ser tratada. Uma das principais formas é seguir uma dieta equilibrada para que o cabelo obtenha todos os nutrientes necessários e possa manter-se saudável.

Ao mínimo sintoma que o faça suspeitar que sofre deste tipo de alopecia, deve procurar um especialista para realizar um exame. Através de um diagnóstico, poderá iniciar um tratamento o quanto antes e parar a queda do cabelo. Também é possível voltar a fazer crescer o que já tenha caído. Existem muitos tratamentos, mas nem todos são válidos para todas as pessoas. Nos centros Svenson, , oferecemos-lhe um tratamento personalizado e a melhor solução para cada caso.

Com um desenvolvimento imprevisível, a alopecia areata é caracterizada pela perda do cabelo sob a forma de mechas redondas numa ou várias zonas do couro cabeludo ou em outras zonas do corpo. É frequente encontrarem-se cabelos em forma de sinal de exclamação nas margens da área calva que caem com facilidade. Por vezes, a alopecia areata pode evoluir até à calvície total.

A alopecia areata tem um desenvolvimento imprevisível. Em determinadas ocasiões, o cabelo volta a crescer após algumas semanas, enquanto em outros casos, a doença progride e produz-se uma perda total dos cabelos no couro cabeludo e no corpo.

A causa deste tipo de alopecia não se conhece com precisão. O tecido em redor do folículo piloso fica inflamado sem que posteriormente surja uma cicatrização. Os cientistas consideram a hipótese da inflamação resultar de uma reação imunitária na qual o folículo piloso é atacado pelos seus próprios anticorpos.

A alopecia areata pode afetar homens, mulheres e crianças. Em alguns casos, a perda do cabelo pode verificar-se depois de um evento importante, como uma doença, uma gravidez ou um traumatismo.

Os fatores ou causas associados ao seu desenvolvimento são: o perfil genético (aproximadamente uma em cada cinco pessoas que sofrem deste problema tem antecedentes familiares de alopecia), a hipersensibilidade caraterizada por uma tendência familiar, as reações imunes e autoimunes específicas de certos órgãos e o stress emocional.

É frequente a alopecia areata começar a manifestar-se através de sintomas como uma ou duas áreas de perda de cabelo, muito frequentemente no couro cabeludo. Mas também pode verificar-se na barba, nas sobrancelhas, e nos braços ou pernas. Formam-se pequenas zonas calvas em forma de uma moeda pequena; são lisas, redondas e podem adquirir uma tonalidade de pêssego. Também costumam aparecer pústulas e uma sensação de ardor ou comichão.

Apesar de tudo isto, o prognóstico costuma ser favorável e, em cerca de 80 % dos casos, o cabelo volta a crescer ao final de um ano. Assim, torna-se necessário consultar os serviços de profissionais que lhe indiquem os produtos mais adequados. Para tratar a alopecia areata, as opções consistem em recorrer à utilização de corticoides – para reduzir o inchaço e a dor – aplicados por injeções na pele, por via oral (pastilhas), ou aplicados topicamente, em forma de creme ou loção. O minoxidil também produz bons resultados, trata-se de um medicamento que atua estimulando o crescimento de novos cabelos e retardando a sua queda.

A alopecia cicatricial é a calvície que se produz como resultado da má-formação, dano ou destruição dos folículos pilosos. São substituídos por um tecido cicatricial permanente onde já não podem nascer pelos novos. Esta alopecia não é muito comum, uma vez que afeta apenas uma pequena percentagem de pessoas, manifestando-se de igual forma em homens e mulheres sendo mais comum em adultos.

Existem diferentes tipos de alopecia cicatricial:

  • Alopecia cicatricial primária. Este tipo de alopecia produz-se por alterações no desenvolvimento do folículo piloso, ou por alterações hereditárias.
  • Alopecia cicatricial primária adquirida. Existem determinadas dermatoses de origem autoimune ou de causa desconhecida que podem provocar a alopecia cicatricial.
  • Alopecia cicatricial secundária. Este tipo de alopecia aparece quando o folículo piloso se destrói secundariamente no decorrer de uma infeção, processo tumoral ou secundariamente em processos físicos como a radioterapia ou queimaduras. A comichão (dermatofitose) do couro cabeludo também pode dar lugar a uma alopecia cicatricial.

Este tipo de alopecia pode ser detetado quando se localizam zonas de calvície no couro cabeludo, muitas vezes acompanhadas também por vermelhidão e descamação. Normalmente, as pessoas que sofrem deste tipo de alopecia apresentam uma queda progressiva do cabelo sem motivo aparente. Pode notar-se uma sensação de ardor ou dor na zona do couro cabeludo onde se começa a perder o cabelo.

O ideal é realizar um tratamento logo que se detetem os primeiros sintomas, ou se suspeite de sofrer de alopecia cicatricial. Dependendo do tipo de alopecia que se verifique, e do grau de avanço da mesma, será mais recomendável um tratamento em relação a outro. De uma forma geral, pode combater-se a alopecia cicatricial com anti inflamatórios, corticosteroides ou antibióticos, para que as células nocivas que estão a destruir o folículo piloso deixem de o fazer. Se já estiverem destruídos, recomendamos continuar com o tratamento para que não afete os folículos pilosos que se encontram saudáveis.

Em caso de dúvida, lembre-se que pode dirigir-se a um centro Svenson, onde lhe será feito um diagnóstico gratuito e personalizado. No centro, os nossos especialistas explicar-lhe-ão os melhores tratamentos para combater este tipo de alopecia. Se não existir nenhum centro na sua proximidade, pode sempre esclarecer todas as dúvidas por telefone com os nossos especialistas capilares.

Por vezes, verificam-se circunstâncias como a ingestão de determinados medicamentos, tratamentos farmacológicos, ou mudanças da nossa rotina diária, que têm como consequência a perda do cabelo. Apesar de algumas delas se englobarem nos tipos já referidos, existem outras alopecias que não se enquadram nos padrões concretos de nenhuma delas.

Entre as mais conhecidas, encontra-se a alopecia traumática, causada por traumatismos físicos. Verificam-se quando se submete o cabelo a forças de atrito de forma repetida ou penteados tensos como tranças ou coques, entre outros. Podem originar-se por várias causas, como a pressão, que faz com que os bebés após o contacto continuado do couro cabeludo com a almofada, percam cabelo.

Por outro lado, a foliculite decalvante, também conhecida como foliculite em mechas, é uma inflamação destrutiva e supurativa que se caracteriza pelo aparecimento de surtos de pústulas que se estendem progressivamente de um cabelo para outro ao longo do couro cabeludo. Os surtos destas pústulas destroem os folículos afetados, o que provoca esta doença como também outras alopecias. Ainda que não se conheça a sua causa, confirmou-se a influência da bactéria Staphylococcus aureus e a sua produção de superantigénios em pessoas que apresentam geneticamente a sua predisposição. No seu tratamento, são utilizados antibióticos, anti-inflamatórios e moduladores da imunidade como os glucocorticoides.

Também se pode estar perante uma foliculite dissecante. Trata-se de um processo supurativo crónico do couro cabeludo com causas desconhecidas, que se manifesta por nódulos profundos inflamatórios que se localizam na zona occipital ou da nuca. Costuma ser frequente em homens afroamericanos entre os 18 os 40 anos. Os homens de raça branca também podem ser afetados. Apesar do tratamento ser complicado, responde com lentidão à isotretinoína, os antibióticos e os glucocorticoides. As cicatrizes podem ser eliminadas mediante cirurgia.

Consulta e diagnóstico grátis

O preço ea duração do tratamento são personalizados... Contacte-nos e dar-lhe-emos todas as informações!

Todos os campos são obrigatórios

Desejo que os meus dados sejam utilizados para fins promocionais ou publicitários