Outros problemas capilares

O cabelo fraco produz-se devido à escassa atividade das células ou ao fornecimento reduzido de nutrientes que resulta, também, num cabelo quebradiço e pouco resistente. É muito fácil de detetar, uma vez que ao passar as mãos pelo cabelo, a sua densidade é menor. É um dos vários problemas capilares com que nos podemos deparar.

Se verificarmos qualquer um destes sintomas no cabelo, devemos aplicar um revitalizante para o cabelo, como por exemplo uma substância nutritiva.

A Psoríase capilar carateriza-se pela presença de placas vermelhas com descamação seca no couro cabeludo. Trata-se de uma afeção individual mas crónica.

Outros problemas capilares:

problemas-en-el-peloA presença de caspa e comichão no nosso couro cabeludo são muito prejudiciais, já que pode debilitar o nosso cabelo e pode ajudar ao aparecimento da alopecia. Para além disso, pode ser acompanhada de comichões. Razão pela qual é muito importante a sua prevenção, através da utilização de produtos adequados para o cabelo.

Um sinal que antecipa a perda do cabelo é a presença abundante de caspa. Este fator é causado por uma alteração celular no couro cabeludo, que provoca a libertação massiva de células procedentes da camada córnea do couro cabeludo. O aparecimento de caspa no couro cabeludo está relacionado com o stress, a tensão nervosa, a falta de vitaminas e a contaminação, entre outros. Algumas vezes, o excesso de oleosidade também pode motivar a produção de caspa no couro cabeludo.

Existem dois tipos de caspa:

  • Caspa seca ou Pityriasis simplex. É o tipo de caspa mais comum e costuma persistir durante longos períodos de tempo. É facilmente detetável porque se apresenta em forma de escamas finas, secas, brancas ou acinzentadas, que se soltam facilmente e ocupam a área do couro cabeludo. As escamas espalham-se de uma forma antiestética pelo pescoço e ombros, o couro cabeludo apresenta-se seco e o cabelo sem brilho. Não costuma apresentar sinais de inflamação e as comichões são moderadas e, a maioria das vezes, inexistentes.
  • Caspa oleosa ou Pityriasis steatoide. Este tipo de caspa está associado com a existência de seborreia que pode surgir da caspa seca ou espontaneamente. Reconhece-se porque se verifica a presença de escamas de maior dimensão, espessas, amareladas e oleosas. Costuma localizar-se nas áreas seborreicas (couro cabeludo frontal) onde aderem ao couro cabeludo e ao cabelo formando placas. O couro cabeludo fica oleoso e pode inflamar-se, é por isso que surge associada à dermatite seborreica que afeta outras regiões como os ouvidos, nariz e sobrancelhas. Este tipo de caspa produz muita comichão e pode causar alopecia.

A caspa pode detetar-se facilmente se, ao pentear-se, ficarem vestígios de caspa no pente ou nos ombros e se, ao esfregar, se verificar a descamação. Para a retirar não basta sacudir o cabelo, porque as escamas podem encontrar-se agarradas ao couro cabeludo e produzir complicações mais graves como comichão, irritação e mesmo infeções. Os produtos anticaspa da Svenson foram desenvolvidos especificamente para atuar sobre este problema.

A caspa, se não for devidamente tratada, pode produzir comichões intensas deixando o couro cabeludo vermelho e provocar problemas dermatológicos. Alguns motivos que provocam o aparecimento de comichão na cabeça são a utilização abusiva de produtos químicos nos tratamentos de beleza e o abuso de tintas e colorações.
Para prevenir este problema, recomendamos a utilização de produtos neutros que não contenham muitos compostos químicos, bem como tintas naturais, para manter um cabelo saudável. Desta forma, estará a cuidar do seu cabelo para que este não fique debilitado e para que não surjam problemas relacionados com a caspa e comichões. Recomendamos também o tratamento anticaspa com ácido salicílico, que já demonstrou ser eficaz no combate a este problema.

cabello-grasoÉ normal ter um pouco de oleosidade no cabelo, o problema surge quando existe uma produção excessiva de oleosidade (sebo) no cabelo que impeça o crescimento normal do mesmo.

A oleosidade no couro cabeludo provoca uma obstrução nos folículos pilosos, afetando a raiz do cabelo e, em algumas ocasiões, podendo provocar o aparecimento da alopecia seborreica, ou seja, a perda de cabelo pela presença abundante de oleosidade.
Este tipo de cabelos apresentam-se brilhantes, pegajosos, difíceis de pentear e acumulam sujidade muito facilmente. Por vezes, esta oleosidade tem processos oxidativos que produzem mau odor no cabelo.

As principais causas que tornam o cabelo oleoso são:

  • A produção da oleosidade está relacionada com as hormonas, sobretudo os androgénios (hormonas masculinas). O mais importante é a testosterona que tem uma grande influência na glândula sebácea.
  • Sistema nervoso. O desequilíbrio do sistema nervoso favorece o aparecimento de oleosidade no couro cabeludo.
  • Dieta desequilibrada. A alimentação é um fator muito importante. O excesso de lípidos e hidratos de carbono na dieta provocam a formação de oleosidade.
  • Alguns tratamentos farmacológicos como os hipocolesterolemiantes, os antibióticos e os diuréticos.
  • Champôs. A utilização de produtos muito fortes no combate à oleosidade pode provocar o efeito contrário, aumentado a produção de oleosidade no couro cabeludo.
  • Mãos e escovas. Tocar excessivamente no cabelo favorece o aparecimento de oleosidade no couro cabeludo. Se já existe oleosidade, a escovagem também ajuda a que se espalhe por todo o cabelo.
  • Contaminação. A poluição ambiental excessiva favorece o desenvolvimento deste tipo de problema.

Como saber se tem o cabelo oleoso: se ao esfregarmos o couro cabeludo com os dedos observamos que a ponta dos mesmos ficam sujas com uma substância oleosa, é um sinal de que existe uma presença excessiva de oleosidade no couro cabeludo. Detetar atempadamente e tentar controlar essa oleosidade é fundamental para prevenir a queda do cabelo.

Ao mínimo sintoma, recomendamos que consulte um especialista para realizar um tratamento adequado ao seu problema e prevenir a queda do cabelo. Pode dirigir-se a qualquer um dos nossos centros Svenson, onde os nossos especialistas capilares lhe farão um diagnóstico gratuito e recomendarão o tratamento que melhor se adapte às suas circunstâncias.

cepillado-de-cabelloA tricotilomania é um trastorno patológico que leva o doente a arrancar o seu próprio cabelo de maneira compulsiva, sem nenhuma razão nem qualquer controlo. Esta doença afeta principalmente as mulheres, apesar de se manifestar também nos homens e costuma desenvolver-se principalmente durante a adolescência.

Com este trastorno, começam a ver-se áreas desprovidas de cabelo que se distribuem de forma desigual por todo o couro cabeludo. Por vezes, o paciente também arranca pelos de outras partes do corpo como por exemplo sobrancelhas, pestanas ou pelos corporais.

Os sintomas que se associam normalmente à tricotilomania são os estados de espírito da pessoa. A depressão e a ansiedade ajudam a que se desenvolva este transtorno que é muito prejudicial para a saúde. Por vezes, a doença chega ao ponto das pessoas comerem o seu próprio cabelo, provocando problemas digestivos que podem resultar em doenças graves.

É por isso que é importante conseguir detetar esta doença atempadamente, para poder arranjar uma solução e um tratamento adequado. Normalmente, os pacientes não têm consciência deste problema, por isso as pessoas que estão à sua volta devem estar atentas para ajudar e evitar que as pessoas reincidam nesta doença ainda desconhecida.

Como se pode tratar a tricotilomania?

  • Em primeiro lugar, é necessário consultar um especialista para ter um diagnóstico e relacione esse transtorno com a perda do cabelo. Desta forma, podem descartar-se outras possíveis causas de calvície como por exemplo a alopecia androgenética.
  • Após o diagnóstico desta doença, o melhor é consultar um psicólogo que ajude o paciente a controlar as situações de stress e o impulso incontrolado de arrancar pelos.
  • Outra forma de combater este trastorno é com medicamentos. Costumam ser de grande auxílio os inibidores seletivos da reabsorção da serotonina (ISRS), que se constituem como os antidepressivos mais receitados pelos especialistas. Mas antes de tomar qualquer fármaco, é conveniente consultar um médico que avalie o caso em questão e prescreva o fármaco.

Se seguir um tratamento adequado, em poucos meses o trastorno costuma diminuir, mas se alguns dos sintomas persistirem, o melhor é continuar com o tratamento.

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